Para guardar

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Tanto quanto possível, ter recordações de um dos dias mais fantásticos de sua vida – o do casamento – será maravilhoso daqui a algum tempo. Poder olhar alguns itens que foram escolhidos com tanto carinho e depois de tanta pesquisa, nos traz a certeza de que foi feito o melhor! E nada é tão bacana como poder guardar esses itens tão importantes de um modo elegante. Como no exemplo acima, fazer uma caixa quadro com esses itens pode ficar bem legal. Para guardar o buquê, a não ser que ele seja de flores secas ou de tecido, é necessário desidratá-lo mas existe pessoal especializado nisso. Isso também é válido para a flor de lapela (boutonnière) do noivo. O convite, alguma foto tirada inesperadamente por algum convidado, algum item da decoração e o que mais você achar relevante só vai acrescentar nesse, podemos dizer, mural de emoções. E você pode usar esse quadro como item de decoração em sua casa. Gostou?

E seu vestido de noiva? Já escolheu? As coleções da Via Sposa vão fazer você se apaixonar. Agora dá até para fazer seu agendamento on line! Mas se preferir, dê uma ligadinha pra gente, que agendamos pra você! 0800 772 5252

Flores no casamento

Não dá pra começar a Primavera sem falar de flores e pra não dizer que não falei de flores, é fato que elas possuem uma grande importância no casamento. Das populares margaridas e flores do campo às orquídeas e tulipas, as noivas fazem questão de usar as flores onde for possível. Elas podem fazer parte da decoração do ambiente da cerimônia e/ ou recepção decorando a nave ou como centros de mesa. Sempre nos buquês e flores de lapela; podem estar nos bolos, desenhadas, em doces, ou até verdadeiras, nos vestidos ou mãos das daminhas e em toda parte.

Inspire-se nas flores e venha conhecer nossa coleção Versalhes . Com certeza, você vai encontrar o seu vestido de noiva. Ligue: 0800 772 5252

Primavera


“Primavera”

(Cecília Meireles)

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A primavera chegará, mesmo que ninguém mais saiba seu nome, nem acredite no
calendário, nem possua jardim para recebê-la. A inclinação do sol vai marcando outras sombras; e os habitantes da mata, essas criaturas naturais que ainda circulam pelo ar e pelo chão, começam a preparar sua vida  para a primavera que chega.

Finos clarins que não ouvimos devem soar por dentro da terra, nesse mundo confidencial das raízes, — e arautos sutis acordarão as cores e os perfumes e a alegria de nascer, no espírito das flores.

Há bosques de rododendros que eram verdes e já estão todos cor-de-rosa, como os palácios de Jeipur. Vozes novas de passarinhos começam a ensaiar as árias tradicionais de sua nação. Pequenas borboletas brancas e amarelas apressam-se pelos ares, — e certamente conversam: mas tão baixinho que não se entende.

Oh! Primaveras distantes, depois do branco e deserto inverno, quando as amendoeiras inauguram suas flores, alegremente, e todos os olhos procuram pelo céu o primeiro raio de sol.

Esta é uma primavera diferente, com as matas intactas, as árvores cobertas de folhas, — e só os poetas, entre os humanos, sabem que uma Deusa chega, coroada de flores, com vestidos bordados de flores, com os braços carregados de flores, e vem dançar neste mundo cálido, de incessante luz.

Mas é certo que a primavera chega. É certo que a vida não se esquece, e a terra maternalmente se enfeita para as festas da sua perpetuação.

Algum dia, talvez, nada mais vai ser assim. Algum dia, talvez, os homens terão a primavera que desejarem, no momento que quiserem, independentes deste ritmo, desta ordem, deste movimento do céu. E os pássaros serão outros, com outros cantos e outros hábitos, — e os ouvidos que por acaso os ouvirem não terão nada mais com tudo aquilo que, outrora se entendeu e amou.

Enquanto há primavera, esta primavera natural, prestemos atenção ao sussurro dos passarinhos novos, que dão beijinhos para o ar azul. Escutemos estas vozes que andam nas árvores, caminhemos por estas estradas que ainda conservam seus sentimentos antigos: lentamente estão sendo tecidos os manacás roxos e brancos; e a eufórbia se vai tornando pulquérrima, em cada coroa vermelha que desdobra. Os casulos brancos das gardênias ainda estão sendo enrolados em redor do perfume. E flores agrestes acordam com suas roupas de chita multicor.

Tudo isto para brilhar um instante, apenas, para ser lançado ao vento, — por fidelidade à obscura semente, ao que vem, na rotação da eternidade. Saudemos a primavera, dona da vida — e efêmera.
Texto extraído do livro “Cecília Meireles – Obra em Prosa – Volume 1“, Editora Nova

Mesas de doces

Oi, noivas!

Para encerrar o ano (época de gordices), fui buscar algumas inspirações para as mesas de doces.

Nada mais tradicional em um casamento, a mesa de doces é uma atração à parte.

Se você se casa durante o dia, capriche no colorido. E se seu casamento for no período noturno, a iluminação será fundamental.

Já vimos que os docinhos podem ser verdadeiras joias, então aproveite as dicas e crie uma mesa de doces com a sua cara e personalidade.

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